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terça-feira, 18 de março de 2014

Disseminação da Pior Esquerda




Assista para começar a entender o planejamento de como a má esquerda pretendia e pretende funcionar.


Talvez um dia Karl Marx tenha dito que " a religião é o ópio do povo ".


Vamos mudar isso.


Que tal " a informação e a leitura precisam ser o ópio do povo ".


A única solução é o interesse pela INFORMAÇÃO.

INFORMAÇÃO gera necessidade de QUESTIONAMENTO.

QUESTIONAMENTO nos faz sair da INÉRCIA.

Sair da INÉRCIA, é MANIFESTAR-SE.

MANISFESTAR-SE, de alguma FORMA,  QUALQUER UMA ...




 
 
 
Vale a pena  !!!

segunda-feira, 17 de março de 2014

VÉSPERA DA MARCHA DA FAMÍLIA DE 1964



O comício da Central do Brasil, no dia 13 de Março, gerou uma reação:

" A Marcha da Família com Deus pela Liberdade "

Que foi realizada no dia 19 de Março de 1964.

Amanhã, essa manifestação completa 50 anos !


 
 



Haverá uma reedição dessa Marcha no próximo dia 22 de Março, às 15h, em diversas capitais do país.

Em São Paulo, a saída está programada para as 15h, na Praça Campo de Bagatelle.


Veja e Assista ao Link:


http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/03/1426175-organizadores-da-nova-marcha-pela-familia-pedem-retorno-dos-militares.shtml

 

domingo, 16 de março de 2014

Informação Importante - Dinheiro Público



Uma informação importante...

A família de João Goulart quer esclarecer a causa da morte do presidente deposto em 1964.

Morte ocorrida em 1976, na Argentina, sendo que, à época não fora realizada a necrópsia, o que já teria resolvido essa questão, não mais pairasse dúvidas e, muito menos especulações.

A exumação do corpo foi realizada a pedido da família de Jango, em Novembro de 2013, onde a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República coordenou uma equipe de 15 pessoas que não foram remuneradas pelos trabalhos de coleta de material no cemitério em São Borja - RS, nem de análise, que ainda está em curso  -  não há prazo para a divulgação do laudo -.




Ainda assim, as despesas com a equipe técnica consumiram R$ 98.991,75, com equipamentos, transporte, hospedagem e alimentação.
Até hoje, esses custos não haviam sido divulgados.

O valor ainda não inclui o evento em que a presidente Dilma reuniu três ex-presidentes para receber os restos mortais de Jango.

No dia da exumação, a ministra Maria do Rosário ( Direitos Humanos ) foi questionada sobre o montante gasto e declarou o seguinte:

" custa menos do que uma ditadura, porque essa custou vidas, exílio, significou a morte ".

Para a ministra, a exumação de Jango " é uma missão de Estado ".

E então, o que você acha ?!

quinta-feira, 13 de março de 2014

IMAGENS DO COMÍCIO



Imagens do Comício das Reformas:








 
LEONEL BRIZOLA E MIGUEL ARRAES
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O PRESIDENTE NO PALANQUE
 
 

 

13 DE MARÇO DE 1964



Os Generais Jair Dantas Ribeiro ( Ministro da Guerra ) e Assis Brasil, Chefe do Gabinete Militar da Presidência da República e idealizador do "dispositivo militar", aprovaram o plano de segurança montado pelo Exército para garantir a ordem durante o comício de hoje na Guanabara.

O plano prevê a mobilização de cerca de 5.000 homens, entre soldados, suboficiais e oficiais na área segura pelo esquema militar.

Durante o Comício da Central do Brasil,  Jango assinará o decreto da Superintendência de Política Agrária ( SUPRA ) com uma caneta que ganhou do Clube dos Sargentos e Suboficiais.





Veja o Link da Capa do Jornal Folha de S.Paulo, de 13 de Março de 1964:


13 DE MARÇO DE 1964 - COMÍCIO DA CENTRAL DO BRASIL ( COMÍCIO DAS REFORMAS )



Na sequência dos fatos e atos do Presidente João Goulart, 3 episódios foram decisivos para sua queda.
O primeiro será descrito agora, o Comício da Central do Brasil, do dia 13 de Março de 1964, o segundo episódio foi Rebelião dos Marinheiros e Fuzileiros Navais, em 26 de Março de 1964 e por fim seu discurso perante suboficiais e sargentos no Automóvel Clube, no Rio de Janeiro, no dia 30 de Março de 1964.






No dia 13 de Março de 1964, um grande comício foi realizado na praça em frente à Central do Brasil, no Rio de Janeiro, ao lado do Ministério da Guerra.
Diante de cerca de 250.000 pessoas, o Presidente anunciou sua disposição em realizar as "reformas de base" ( Agrária, Tributária, Eleitoral, Bancária e Urbana ).







                                                             CENTRAL DO BRASIL




 
DISCURSO NO COMÍCIO


Nesse dia, assinou dois decretos:

-- um, de desapropriação de terras ociosas das margens das rodovias e açudes federais;
-- outro, encampava as refinarias particulares de petróleo.




                No palanque, o clima era de pressão visível e audível ao Congresso Nacional.





Até esse momento, o "dispositivo militar"  do General Assis Brasil funcionava.
O Ministro da Guerra, Jair Dantas Ribeiro apoiava Jango e fora cumprimentá-lo à saída do palanque do comício.


Em poucos dias, viria a reação dos conservadores paulistas !!!

quarta-feira, 12 de março de 2014

Véspera do Início do Fim de João Goulart




RELEMBRANDO:

Após a renúncia de Jânio Quadros, houve muita resistência pelos ministros militares a João Goulart, o legítimo Vice-Presidente, de acordo com a Constituição de 1946.
Para que pudesse assumir a presidência e evitar uma guerra civil, aceitou uma humilhante manobra criada na forma de um regime Parlamentarista, com a intenção de limitar seus poderes, tendo como seu Primeiro-Ministro, Tancredo Neves.

A força de Jango vinha da máquina da Previdência Social e das alianças com a esquerda no controle dos sindicatos. Tinha uma biografia raquítica que fazia dele um dos mais despreparados e primitivos políticos da história do Brasil. Era oscilante e indeciso. Submetido, claramente, às influências de seu cunhado, Leonel Brizola, então Governador do Rio Grande do Sul.

Era, de certa forma, protegido por parte dos quartéis, através de um "dispositivo" criado pelo General Argemiro de Assis Brasil, então chefe do Gabinete-Militar.
Esse dispositivo foi tão longe que planejou o sequestro do Governador da Guanabara, Carlos Lacerda, numa visita em que faria ao Hospital Miguel Couto, no Rio de Janeiro.
Deu tudo errado, por mera desorganização e desarticulação de comando.

Em Outubro de 1962, João Goulart tentara um golpe, solicitando ao Congresso Nacional a decretação do estado de sítio. No entanto, viu-se abandonado pela esquerda que repeliu a manobra.

Conseguiu, entretanto, antecipar o plebiscito - após incitação de uma grave geral, o Congresso Nacional aprovou o pedido de antecipação  - que definiria qual o regime a ser seguido no país, Presidencialismo ou Parlamentarismo, para 06 de Janeiro de 1963.

Dessa forma, conseguiu recuperar seus poderes de Presidente da República, com a vitória da escolha do presidencialismo.



Somado a essas manobras com espírito golpista, João Goulart, via-se diante de um momento econômico nada favorável.

Os investimentos estrangeiros haviam caído pela metade.
A inflação que fora de 50% ao ano em 1962, passou a ser de 75% em 1963 e, já nos primeiros 2 meses de 1964, projetava-se em 140% para aquele ano.
As graves que foram em número de 154 em 1962, passaram para 302 em 1963.

Aliado a tudo isso, João Goulart cultivava um choque com o Congresso Nacional, sabidamente conservador, onde defendia uma reforma política que o permitia concorrer à reeleição.
Comprava dessa forma, uma briga com outros pré-candidatos como  Magalhães Pinto ( Governador de Minas Gerais ), Adhemar de Barros ( Governador de São Paulo ), Carlos Lacerda ( Governador da Guanabara ) e o Ex-Presidente J.K.

Diante do exposto, fica claro que havia um golpe em marcha, de Jango, que viria amparado no seu "dispositivo militar" e nas bases sindicais, onde pressionariam o conservador Congresso Nacional, obrigando-o a aprovar um pacote de reformas e a mudança das regras do jogo da sucessão presidencial.

Percebe-se que era um governo em crise, com uma bandeira de reformas hasteada no mastro da intimidação.

O Presidente João Goulart, definitivamente, inicia a costura do seu fim no dia 12 de Março de 1964, tendo decidido e confirmado fazer um grande comício na praça em frente á Central do Brasil, no Rio de Janeiro, ao lado do Ministério da Guerra.

No dia 11 de Março de 1964 ( ontem ), João Goulart disse, em discurso que fez no Arsenal da Marinha:"o comício do dia 13 será um encontro do povo com o seu Presidente e isso não pode ser uma ameaça à democracia".

Declarou: " O que ameaça a democracia é a fome, é a miséria. é a doença, mas nunca o povo em prática pública, no uso de seus direitos legítimos e democráticos ".


Veja abaixo o Link da Capa do Jornal Folha de S.Paulo, de 12 de Março de 1964:

http://acervo.folha.com.br/fsp/1964/03/12/2//4418976